segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Conectados


Esses dias fui ao cinema e assisti o filme "A Viagem" (Cloud Atlas), que conta com um ótimo elenco e direção. É um filme longo, muitas vezes difícil de acompanhar, mas no final das contas acaba sendo muito bom, com uma mensagem importante. Depois que o assisti, fiquei inspirada para escrever alguns textos; rabiscos. Aqui estão eles:

nós somos inifinito
a morte não existe; é apenas uma porta
estamos todos conectados
o tempo e o espaço não existem
somos apenas um
passado, presente, futuro
tudo está interligado
não existem barreiras, apenas as que criamos
nossos olhos se recusam a enxergar, mas na verdade nós sabemos, no fundo
que nossa alma é livre, está sempre de lá para cá
temos ligação profunda com os outros
não há apenas essa vida
nós nos conhecemos há muito tempo
no fundo nós sabemos
mas no dia-a-dia, apenas omitimos e escondemos os fatos
nos negamos a acreditar que está tudo conectado
não deixe de lado sua curiosidade, sua vontade de descobrir
queremos saber a origem, queremos saber da onde viemos e por que
a vida e o universo contém muitos mistérios e, dentro de nós, existem todas as respostas
nós apenas nos esquecemos
não somos o que vemos no espelho
a idade é apenas um número ilusório
somos nosso espírito, que está espalhado por todo lugar

***

meu amor, talvez aqui não seja o final
quem sabe nos encontramos em outra vida
afinal, nos conhecemos há tanto tempo
não lembramos de fato, as memórias nos falham
mas sabemos, sabemos que já nos vimos
você já passou por mim, já cruzou o meu caminho
talvez não nessa vida, quem sabe em outra
você esteve comigo nesse percurso todo
de mãos dadas, seguimos juntos nessa estrada
nos questionamos juntos sobre esse caminho confuso, porém verdadeiro
não fique triste, meu bem
não chore por cima de meu corpo apodrecido
a morte não passa de uma mera passagem
não sou o que você vê, sou aquilo que você sente que sou
não se preocupe, te encontrarei do outro lado
espero que nos cruzemos novamente nesta viagem louca, misteriosa e surpreendente chamada de vida


É um filme que recomendo. Assistam assim que puderem.
A melhor sacada do filme é os atores interpretando diferentes personagens em épocas diferentes, como se realmente fossem "encarnações". Reparem nos papéis do Tom Hanks, por exemplo, está em vários. 




domingo, 27 de janeiro de 2013

A riqueza causa danos


Admito, tenho um certo preconceito com pessoas ricas. Talvez seja um pouco de inveja, afinal, eu gostaria de possuir a quantia que elas tem no meu bolso, mas, de algum modo, creio que todas sejam superficiais e materialistas. Parece que elas perdem a verdadeira essência delas com o dinheiro, como se a personalidade não valesse mais nada. Eu sei que estou errada de pensar assim, mas muitas vezes é isso mesmo o que vejo; pessoas que viraram ricas perdendo totalmente a individualidade que possuíam antes. De repente, a riqueza subiu a cabeça delas, como se do nada, elas pudessem dominar o mundo todo. E, infelizmente, é assim que o mundo é. Competitivo, todos numa corrida ao topo. Quem chega primeiro, é o ganhador. Os outros? Que morram. Todos querem o poder! Todos querem controlar qualquer coisa, tornando-se superior aos outros, tentando mostrar-se o mais forte. Não entendo como pedaços de papel e números praticamente abstratos podem governar a mente das pessoas e do mundo de uma forma tão irreal. O lucro pra lá, o rendimento pra cá. O dinheiro está acima de tudo e o mundo é uma pura tirania. Cheio de empresários, multi-nacionais, bajulagem, crueldade. Selvagem, o mundo está no puro capitalismo selvagem e eu prefiro me manter fora disso, mas acabo vendo o quanto as pessoas são alucinadas por dinheiro, totalmente obsessivas e compulsivas, sem solidariedade nenhuma. Será que a riqueza apenas desmascara a fera interior de cada um de nós? E nos transforma em pessoas chatas, fúteis, bajuladoras, falsas e esnobes? Creio que não. Apenas os mais fracos e frágeis serão os manipulados pelas notas que fazem a cabeça de muitos. Não dá para generalizar, cada pessoa tem seu jeito. Umas são afetadas realmente, outras continuam elas mesmas, sabendo o que fazer com toda aquela quantia, sem enlouquecer, sem pirar com tanto poder nas mãos. Dinheiro é assim; tem que saber ter, tem que saber usar. A riqueza tem que estar em sábias mãos. Se um dia eu me tornar alguém rica, gostaria de não perder minha essência, meu jeito. Gostaria de continuar sendo eu, sabendo usar tudo o que tenho, não entrando nas loucuras desse mundo. O dinheiro causa danos e estragos na mente dos humanos. Não quero ser mais uma vítima de todo esse surrealismo brutesco.  

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Loucura; eles estão na loucura.

Assistindo ao último episódio da segunda temporada de American Horror Story, refleti sobre muitas coisas. Muitas das quais me afligiram, muitas das quais me fizeram querer perdoar e ser perdoada; amada. Mas, principalmente, senti um vazio, uma perda. Como se tudo estivesse errado subitamente, como se o sentido de nossas vidas de repente tivesse ido embora. Como se estivéssemos tão perto da felicidade, e, de repente, ela sumisse por culpa de nossas próprias loucuras, crenças e conclusões confusas, precipitadas. Por tanto, tentei juntar um pouco todas as palavras que surgiram à minha mente logo após o término do episódio e as transformei num pequeno texto, poesia, como preferirem. Gostaria de compartilhar o que escrevi com vocês.

Loucura 

Nós estamos amaldiçoados
O mal está pairando sobre nós
Tentando escapar, tentando fugir
De quem somos? 
Almas perdidas, só procurando por algum ombro 
O perdão existe, mas a ambição está por cima dele
O amor existe, mas a maldade o escondeu 
Histórias passadas, alucinações e a loucura em si
Você não vai querer saber o que aconteceu
Você não vai querer saber quem são os humanos 
Eles são bons, mas eles se esquecem
Vivem a vida desviados de si mesmos
Vivem a vida com mentiras sobre outras mentiras
Acreditando em suas próprias conclusões confusas, atrapalhadas
Vendo suas crenças como algo que possa salvá-los de si mesmos
Salvá-los de suas próprias cabeças auto-destrutivas
Preenchidas de desgosto, de agonia e frustração
É uma obra de arte abstrata, surreal, agressiva
Nossa mente é assim, cheia de pensamentos perversos e desejos proibidos
Proibidos por nós, pela nossa própria imagem de perfeição
Nos negamos, recusamos, nos colocamos como inferior 
Nos auto corrompemos, somos nós os assassinos
Assassinos de sonhos; nossos próprios
Por uma fração de segundo, eles ainda sentem
Ainda sentem o amor, ainda sentem a vontade de serem perdoados
Por uma fração de segundo, é disso que eles querem viver, da alegria
Mas no final, voltam a dizer o que falavam antes
Voltam a agir como antes
Perdidos 
Esqueceram-se de suas segundas chances
Confusos, feridos, danificados
Loucura
Eles estão na loucura. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O ataque da madrugada

A insônia me aprisiona! 


Passo algumas noites em claro só pensando, me complicando e me aliviando. Meu coração bate rápido, minha respiração acelera; a ansiedade está de volta assim como meus mesmos medos. Eu sou feliz? Por qual motivo estou aqui? O que defendo, o que valorizo? Será que tudo está valendo a pena, será que estou no caminho certo? Fiz a decisão errada? Pânico. Me sinto perdida, sinto uma nostalgia terrível. Todos meus anseios, sonhos e pesadelos se misturam numa obra abstrata que é a minha mente. De repente, o universo inteiro cabe nela num piscar de olhos. Eu nunca entendi o segredo da vida. Na mesma proporção que ela te assusta e te intimida, te dá curiosidade o bastante para você buscar por todas as respostas de seus mistérios e desafios. Seria o amor real? Para onde irei? Frio na barriga, vontade de voar para longe e nunca mais voltar. Tantas questões mal resolvidas, tanta instabilidade enquanto vôo. Ainda não provei todos os sabores da vida, ainda não dei minha palavra final, e assim espero nunca dar. Quero ser jovem para sempre, poder usar meu espírito e alma como salvação. Ainda há tanto para enfrentar... Será que consigo? Dúvida. E quanto aos meus amigos, todo o amor que tenho para dar? Eu não quero dizer adeus, não quero viver de encontros e desencontros. Não quero ficar longe daqueles que amo, assim como não quero magoá-los ou perdê-los. Não suportaria a solidão, mesmo fingindo às vezes gostar dela. Medo e empolgação. O que está por vir?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Por que amar? Parte I (Séries de TV)


Friends
Comédia, 1994-2004, EUA


Friends nunca é demais. Você pode assistir o mesmo episódio cinco vezes que, na sexta, você ainda vai rir. Não dá para enjoar, é algo que combina com qualquer coisa não importa o momento que você esteja passando, em que etapa da vida você esteja, você sempre rirá com Friends. Possivelmente eu não tenha que explicar porque amar Friends, afinal, é a série americana mais querida de todos os tempos. Com seu episódio piloto lançado em 1994, Friends foi um sucesso e teve seu fim em 2004. 10 anos de pura risada, amor, companheirismo, amizade e diversão. Seis jovens adultos amigos (Alguns desde o tempo do colegial) que se vêem todo dia. Não existe nenhum segredo em Friends. O título já diz tudo, "amigos", que estão juntos não importa o que aconteça. Friends retrata lealdade e, como já disse meu pai, o divertimento dos americanos antes da crise. Tudo está numa boa, e, quando aparece um problema, juntos e com humor, eles superam. Com personagens únicos e excêntricos, Friends contém a mimada Rachel, perfeccionista Monica, apaixonado Ross, rabugento Chandler, divertido Joey e peculiar Phoebe. Todos com bom humor, recheados de características especiais, que só contribuem mais para a nossa diversão, o que torna a série única, com um roteiro ótimo e situações extremamente hilárias. Se você nunca deu uma chance para a série mais querida da TV, dê. Não é à toa que é tão amada e elogiada! Friends virou clássico. 

http://www.youtube.com/watch?v=gjuZcUeGFpU (Funniest Moments - legendado)

Glee
Comédia/Musical/Drama, 2009-presente, EUA


Glee é uma série de comédia/drama/musical (Eu, pessoalmente, nunca achei que Glee fosse comédia, mas tudo bem...) que teve seu início em 2009, conquistou milhões de fãs pelo mundo todo (Os gleeks com certeza são uma da maior fandom) e agora se encontra em sua quarta temporada (Que não é tão boa como as três anteriores, afinal, o elenco original mudou e isso me deixa um tanto quanto p*ta). Criada exclusivamente por Ryan Murphy (American Horror Story, Nip Tuck, The New Normal), Glee se trata de um coral numa escola de Ohio do ensino médio. Glee deixa vivo os sonhos, a esperança e a possibilidade de novos começos e da chance de você ser aceito. Quem nunca viu, não deixa de julgar, xingar e opinar sem conhecimento; "É igual a High School Musical!", "É coisa de viado! Só gente inútil assiste", "Eles só cantam e dançam, não tem sentido! Só tem bicha!". Quem vê e acompanha, sabe que Glee não é uma simples série adolescente; Glee aborda assuntos que nenhuma outra série jamais abordou. Glee trás mensagens importantes para todos os jovens e adultos: O bullying, a sexualidade, a raça, a auto-aceitação, o amor à música e o trabalho em grupo, companheirismo. Quem assiste Glee, - e se permite ser julgado -, ama. Recheado de boas músicas e performances, personagens únicos como Rachel Berry e Santana Lopez, Glee trás para os telespectadores a sensação de auto-aceitação. "Ame você do jeito que é." é, definitivamente, a mensagem que Glee tenta trazer. Você não precisa estar no padrão para ser especial, você é o que é e não há nada de errado nisso. Simples assim. Em Glee, você encontra companheirismo. Um bando de adolescentes diferentes que juntos trabalham como um, aceitando-se. Sim, Glee sem dúvidas é a série mais gay da televisão, mas digo isso no bom sentido. Nunca vi nenhuma outra série abordar tanto sexualidade quanto Glee. Eu me sinto segura e feliz após um episódio. Danço, canto, choro, rio, aprendo e me emociono em todo episódio. Vale a pena dar uma chance, sou uma gleek e não nego.

http://www.youtube.com/watch?v=21NcsXkRXto (Top 50 Songs from Glee Season One)

The Big Bang Theory
Comédia, 2007-presente, EUA



Com seu início em 2007 estando agora em sua sexta temporada, The Big Bang Theory me deixa sem palavras. Chuck Lorre mais uma vez mostra sua extrema criatividade na criação de personagens tão incomuns e divertidos. O roteiro da série é perfeito, humor na medida certa com situações hilárias. Um bando de nerds cientistas que trabalham na mesma universidade e são melhores amigos. Sheldon com sua personalidade praticamente idêntica à um robô, Leonard e todas suas dúvidas amorosas em relação a linda vizinha Penny, que não é nada como eles. Howard com todas suas piadas e cantadas e Raj, simplesmente sem palavras. Literalmente. A mistura entre nerds anti-sociais inteligentíssimos com garotas reais (Algumas com o QI maior que outras, sendo Penny a com o mais baixo) é divertida. Amy que chegou pela quinta temporada, namorada de Sheldon (praticamente sua versão fêmea), trás toda sua curiosidade sexual ao programa, fazendo com que Sheldon e Amy possuam o relacionamento mais estranho e engraçado de todos os tempos. A doce Bernadette, que trouxe o amor à vida de Howard, contém uma fofura dócil que, de repente, pode se transformar numa versão jovem da mãe de Howard e por último, a que esteve lá desde a primeira temporada, sendo a personagem feminina principal e namorada de Leonard, Penny. Criada em Nebraska, Penny é totalmente diferente dos homens, e também das mulheres. Afinal ela era a que costumava praticar o bullying e todos os outros os que eram intimidados. Penny é praticamente um homem, segundo Sheldon, mas com a aparência linda de uma mulher. Se eu fosse vocês, não perderia mais meu tempo e veria logo The Big Bang Theory. É risada para todo o lado!

http://www.youtube.com/watch?v=1ztxo3PlXoM (The Big Bang Theory Funny Moments)

Muito impessoal?

Aviso básico... (E talvez um desabafo)


Pela milésima vez, estou fazendo a mesma coisa de sempre. Acabo de perceber que meu blog está impessoal. Estou me limitando a postar certas coisas, e, realmente, não sei porque. Mudarei o jeito que as coisas vão indo. De agora em diante, postarei de tudo. Qualquer coisa. Aqui é um espaço para minha mente, meus pensamentos, gostos e qualquer outra coisa do tipo. Não preciso justificar minhas postagens, não preciso pensar nelas e ficar as arrumando como uma perfeccionista louca sempre antes de posta-las. Aqui é meu espaço, afinal. Acho que posso ser mais livre... Por tanto, aqui caberá de tudo. Posts grandes, posts pequenos. Posts elaborados, posts simples. Não aguento mais colocar cobranças e exigências na minha cabeça, exigências que na verdade eu mesma acabo formulando. Auto me pressiono. Meu blog não é um compromisso, e sim um modo de me divertir e me expressar. Como disse antes, cabe de tudo. Mudarei as direções agora. Estava tornando este ambiente um lugar para os leitores, e não para mim. Acontece que faço isso com tudo na minha vida... Paro de me divertir e começo a me cobrar, verificando se cada detalhe está perfeito e ficando frustrada quando não alcanço o esperado por mim mesma e pelos outros também. Foda-se. Tenho que parar de ser tão "noiada", que 2013 venha de um jeito mais tranquilo! 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Novo estado de espírito.

Leve, livre e solta! Não, isso não é uma propaganda de absorventes.



Meu estado de espírito mudou. Minha personalidade de certo modo não mudou, é claro... mas a minha percepção sobre a vida e sobre seus acontecimentos mudaram e de repente me sinto tão conectada a mim mesma que é impossível descrever a sensação ao certo. Antes, tudo me incomodava. Hoje, cores antigas, que eu não via em mim fazia tempo, foram repintadas no meu ser. Afinal, todas as cores estão aqui presentes, amarelo, azul, verde, preto, etc apenas é preciso exercitá-las e cultivá-las... Eu era uma pessoa travada, fechada e tímida e certamente perdia muitas oportunidades pelo meu jeito de ser. As coisas me deixavam mal. Com o tempo, com as experiências, eu descobri que era assim pelo fato de não me aceitar de braços abertos. Eu não aceitava quem eu era! Eu não me deixava solta para nada, eu era presa. Uma pessoa presa. Com o tempo, fui aprendendo que não adiantava nada se auto colocar para baixo. Não adianta, nunca vai. Hoje, ainda estou no processo de me desprender desse meu antigo estado de espírito que, na verdade, não era meu, e sim, estava preso à mim. Aos poucos, estou cada vez mais solta. E quanto mais solta fico, mais feliz eu fico também. Mais amor cabe em mim, o ódio sumiu de repente. As coisas, do nada, ficaram claras para mim. E ficou claro que cada um de nós tem princípios, objetivos que alcançarão no decorrer da vida, e, o meu é, aprender a dançar na chuva. Não sei se vocês já ouviram, mas existe uma frase que é "O importante não é esperar a chuva passar, e sim dançar nela". Os julgamentos, rótulos, pensamentos, sumiram. Coloquei todas minhas preocupações de lado e agora, pela primeira vez, estou vivendo o presente, estou vivendo como gostaria. Estou orgulhosa, ao mesmo tempo que me sentindo livre. De algum jeito, não ligo mais para o que os outros pensam de mim, não ligo mais em passar as impressões certas porque nunca tive mais certeza de quem sou! As dúvidas continuam aqui, mas, de algum modo, elas não fazem tanta importância como faziam antes. Agora que eu entendi minha essência, estou calma. Não sinto mais que tenho uma reputação a zelar, uma imagem a passar. Hoje, só quero ser feliz, só quero estar em paz comigo mesma, tranquila, com a mente aberta e me divertindo, aproveitando. De algum jeito, sinto que há muito que posso e quero oferecer... De algum jeito, não sinto que preciso de mais nada, apenas sinto que as coisas boas virão com o tempo agora que estou numa energia de acolhimento de boas vibrações... De algum jeito, eu amo a todos...  Há muito a viver, muito a ser repensado. Outra frase que conheço, e essa ouvi de minha mãe, é "Só existem dois tipos de pessoas no mundo. As que te amam e as que não te conhecem", e essa frase é pura verdade. O ódio é algo precipitado, agressivo, mal pensado. Nunca conhecemos aquilo que odiamos de verdade. A mensagem que me veio a cabeça nesse processo todo, principalmente, é a de que somos MAIS do que tudo isso. Nossa existência não para na terra. Nossa alma... Nossa alma é enorme e incendeia luz por todas as partes. As partes escuras, sem luz, são as que a mente formam, são as que nós mesmos construímos. Tenho a impressão de que há muito que eu poderia falar... Mas as coisas que quero dizer não saem. O que esteve na minha cabeça nunca entendeu como sair. Espero que vocês tenham captado a mensagem. Espero que vocês também se desprendam dessa ideia de sociedade perfeita padronizada, vivam o quanto puderem esse mundo utópico que todos sonhamos. Tentem torná-lo real. Sejam vocês mesmos... Quando somos nós, nada nem ninguém pode mexer conosco. Somos enormes. Somos gigantes. Somos parte do mundo.