quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

E se nós fôssemos parte de um átomo?

Sim, eu sei. Você provavelmente está pensando que toda a matéria é feita de átomos. Mas e se nós fôssemos a parte de um átomo? Calma, deixe-me explicar melhor.
Temos aqui o sistema solar. Ao centro, o sol. E em volta dele, os planetas. Existem milhões de outros sistemas pelo universo todo.
No átomo, temos o núcleo. E em volta dele, a eletrosfera. O esquema é o mesmo. Existem espaços vazios no átomo, assim como em sistemas do espaço. Existem camadas e existem elementos específicos. O sistema solar pode ser comparado com o modelo atômico. Isso não é discutível?
Isso me dá essa ideia louca de que o universo inteiro se resulta novamente em nós. E se os sistemas solares fossem átomos, e se o universo todo fosse uma molécula, que voltaria a ser um humano em outra dimensão? Voltaria a ser uma mente. O universo pode ser a nossa mente?!
Eu sei o que vocês estão pensando. Não defendo essas minhas ideias com todas as minhas forças, mas ter esses devaneios curiosos muitas vezes é bom. Exercita nosso cérebro e realmente nos faz pirar. Mas é uma piração boa, uma piração que desperta a curiosidade. Como a curiosidade de uma criança.
Retomando... Nós temos átomos. O modelo atômico de repente é idêntico a um sistema solar. Não sabemos da onde "surgiu" o universo (em minha opinião, ele sempre esteve aqui), não sabemos de onde surgiu a vida de fato. É como algo sem fim. Que sempre volta pro mesmo lugar. É como você se olhar num espelho por outro espelho. E se existisse mesmo um fim, tudo voltaria ao mesmo espelho, e então, nesse caso, não seria tecnicamente um "fim", pois todos os milhões de reflexos no espelho ainda estariam lá. Confuso, eu sei, mas tentem acompanhar. Isso se encaixa ao universo. E se o universo fosse na verdade nossa mente, e se tudo que cada um de nós acreditássemos realmente existisse... de um modo individual? Eu acredito em E.Ts, você não. E se, por causa disso, E.Ts existissem para mim e não para você? Você não os veria como eu os vejo. E se... Que piração. Estou indo contra tudo o que a ciência já disse, mas quem se importa com a ciência num momento de epifania como esse? A ciência, por mais que tente, nunca resolverá esse quebra-cabeça. É um mistério. A criação não poderá ser descoberta! O Big Bang em minha opinião é uma furada. Me expliquem, por que o nada explodiu? O nada já é algo. O universo surgiu então de uma explosão provocada pelo... Nada?! O nada nunca será apenas "nada". E se tudo já esteve aqui? Sem começo, sem fim. Infinito. Sem tempo. É tão difícil de encaixarmos isso em nossa cabeça... Mas é o que eu acho. E, então, esse universo está em nós. Esse universo é a gente. Vocês nunca sentiram essa energia? Essa energia de vida! Essa energia que não sabemos dizer o que é, uma energia sem partícula, incompreendida pela ciência. Algo místico, poderoso, mas não divino (não do jeito que nós conhecemos o divino. Não envolva religião cristã nessa minha piração!). Essa energia que dá a vida para as coisas. Tudo tem vida. O cobertor tem vida, uma estrela tem. Desprendam-se da ideia de que a vida se resume a respirar ou qualquer outra coisa neste mesmo sentido. Existe essa inconstância de átomos em cada matéria. Há um movimento, nada é mórbido, nada está congelado. Tudo está VIVO (e, bom, mesmo o congelado está vivo... Mas vocês entenderam...)! E essa força toma conta de nós, e, no fundo, a sentimos. Como se fosse nossa alma, essência. Nossa essência então seria o universo, e o universo seria nossa essência, e assim nada teria um marco de término. A força está em nós, e, mesmo você achando esse meu papo uma bela @#&^%, você sabe do que eu falo... Não sabe? Você sente, pelo menos. Lá no fundo, lá no inconsciente. Todas essas perguntas sem fim, todos esses paradoxos e semelhanças que existem por aí. Não pode ser por acaso. O nascimento. A morte. Nada disso tem significado mais, pois tudo sempre esteve presente. Passado, presente e futuro... Eles não existem! Tudo, de algum modo, sempre esteve aqui, e, de algum jeito mágico, tudo está certo. 
Gostaria de comentar aqui também, nesse espaço de loucuras, sobre Deus, o todo poderoso. O Deus cristão. Pra mim a religião cristã é só uma desculpa esfarrapada para aqueles que não querem buscar por mais e se contentam com essa #@$% como verdade. Me desculpe se você é cristão. Eu te respeito, te respeito mesmo. E vai que Deus realmente existe? Não para mim, mas para você. Compreende aonde eu quero chegar? Temos que viajar nas ideias! Bom, voltando. Minha opinião sobre a religião cristã poderia dar um outro post totalmente alternativo, mas, resumindo, eu não acredito em Deus. Mas eu não sou agnóstica, não sou atéia. Eu não acredito nesse Deus que a religião cristã diz ser. Eu acho a bíblia uma porcaria. Eu acho que a religião tem um significado muito forte em nossa sociedade. Um significado muito errado. Está tudo distorcido. Vemos pessoas frustradas quanto a religião pra lá e pra cá hoje em dia. Eu entendo o princípio da religião, e o acho muito bacana. É possível senti-lo. Mas deste modo? Eu detesto. E acho que os dez mandamentos poderiam desaparecer. Isso tudo simplesmente não entra na minha cabeça. Eu tenho um lado místico muito forte, e não vejo a vida deste modo. Você pode ver. Mas eu não. E você não está errado. Nem eu. Estamos todos certos, estamos todos buscando por respostas que, em minha opinião, nunca serão dadas para nós. Mas cada um com seu jeito de busca, não é? Cada um com suas crenças. As minhas crenças são totalmente loucas e creio que não exista um nome para elas. Essa ideia de um cara barbudo que criou o mundo? Não cola no meu cérebro. Eu tenho uma mente aberta, mas cética. Eu questiono muito e, realmente, a religião cristã só me parece mais uma artimanha do homem para a destruição. Pelo menos é o que ela se tornou. 
Voltando novamente... (veja como eu me perco...) O universo na verdade é minúsculo. E na verdade o universo é a nossa mente. E nós somos feitos de átomos. E nós fazemos parte de um átomo que parece ser grande mas na verdade é minúsculo. Somos formigas e gigantes. E se tudo de mais grande na verdade fosse pequeno? Tamanho não existe, é sempre uma comparação. E se o universo fosse os pensamentos, que não tem fim? E se os buracos negros nos levassem para outros mundos que nem poderiam ser considerados "mundos" de tão loucos e diferentes que são daqui? Nos levassem para outras realidades? Totalmente diferentes. Sem átomos dessa vez. Sem nada que conhecemos. Novo. Totalmente novo. Não é possível que tudo tenha um sistema padronizado. É diferente. É... Indescritível. 
Minha mente está delirando agora. Eu creio que poderia falar mais, pois, afinal, tem vários pensamentos aleatórios surgindo na minha cabeça no momento. Espero que vocês tenham conseguido compreender, mesmo que de levinho. Até mesmo a parte da energia, essa força constante que todos nós podemos sentir, que diz respeito a vida? Sempre quando o assunto é "criação" do universo, eu fico a mil. Questões, dúvidas, devaneios, pensamentos absurdos. Espero ter levado vocês a outra completamente louca dimensão. Até o próximo devaneio, totalmente sem razão (não a conhecida pela ciência, pelo menos...).

2 comentários:

  1. Grupos de Átomos pequenos dentro de um átomo maior, porém também pequeno, infinitamente. Se cada galáxia é um átomo, o universo é um grupo desses átomos que talvez forme algo grande pra nós e que ao mesmo tempo seja ínfimo para algo maior, talvez nosso planeta seja um minúsculo elétron dentro da cabeça de um outro ser vivo gigante pra nós. É pra se pensar.

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  2. E se dentro de nós existisse uma partícula, um único átomo que poderíamos chamar de partícula da vida que quando morremos esta partícula ficar vagando até ser ingerida por um outro ser e nos coloca em um ambiente capaz de nos proporcinar uma nova vida, sendo está vida como um verme, uma planta, um fungo, um animal, até chegarmos a ser humano novamente ....

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