sábado, 27 de outubro de 2012

Crianças e jovens não são tolas marionetes.

Seremos subestimados por causa de nossas idades até quando? 



Desde pequena, nunca gostei de ser chamada de "criança", e nesses últimos dias, consegui finalmente descobrir o motivo. Parecia que eu não tinha voz. Quando os adultos se referem à nós como crianças, dá a sensação que estamos sendo subestimados. Dá a sensação que se colocarmos qualquer coisa pra fora da nossas bocas, não vamos ser escutados pelo fato de sermos "novinhos" demais para o mundo. É a sensação de inferioridade que me incomodava. Existe e sempre existirá um julgamento muito forte em cima de crianças e adolescentes de que todos somos alienados e ignorantes ao nosso próprio mundinho. Tudo é explicado por "uma fase" e parece que nunca somos escutados, porque, afinal, para os mais velhos, tudo o que falamos não passa de uma mera confusão que fazemos sobre os fatos. Porque, afinal, não temos nada de importante para ser dito.  Tenho a impressão de que nos acham fúteis marionetes que podem ser facilmente manipuladas por eles. Existe uma generalização do adolescente que eu não suporto mais! A generalização de que todos são iguais que só ligam para coisas fúteis, como ter roupas de grife e iPhones, iPods, iFucks ou sei lá mais o que. Como se não soubéssemos pensar. Como se só ligássemos para festas e "peguetes". Não nego que muitos adolescentes são deste jeito mesmo, artificiais ao extremo, mas existem outros que não são. Outros que são maduros o suficiente para você, adulto, não precisar falar com eles como se fossem uns imbecis. Existem adolescentes que tem valor e ideias muito boas desenvolvidas ou sendo formadas. O conhecimento está entre nós, jovens, constantemente. Estamos formando nossa cabeça ainda, e não é por isso que podemos ser considerados inferiores à vocês. Não é por isso que o que vocês dizem tem mais importância. Nós conseguimos entender as coisas. Nós aprendemos todos os dias! Estamos num processo de aprendizagem e, só porque vocês acham que já completaram esse processo, não significa que merecemos ser ignorados, deixados de lado. Possuímos capacidade de reflexão, crítica, auto-conhecimento e muitas outras coisas que estão se desenvolvendo. 
Muitos pais, como já pude reparar, omitem a verdade para os filhos, mentem e mentem, e depois não escutam nada do que a criança tem a dizer pelo fato de ser muito bobinha ainda. Isso é idiotice. Crianças não são tolas e ingênuas. Crianças são mágicas! Adolescentes não são revoltados, folgados, ignorantes e fúteis. Adolescentes tem e constroem com o tempo a inteligência e voz necessária para opinarem sobre o mundo atual! Parem com essa limitação de uma vez. 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Mundo caótico.

Desabafo... 


Mundo caótico e programado. Vivemos num mundo assim. Tudo é sistematizado. Não enxergo magia. Existem regras e padrões para tudo. Nada mais é de graça. Ninguém mais tem valor, somos todos superficiais. Não temos conteúdo? Temos, até que temos. Mas nos enganamos achando que o nosso conteúdo é algo que vem de fora, quando na verdade vem de dentro. Cade o místico, sobrenatural, divertido, fora do comum? Tudo é tão quadrado, calculado perfeitamente para se encaixar. Quadrado. Reto, não amplo. Pequeno. Estamos todos cegos. Criamos um tipo de sociedade em que eu não quero viver. Dinheiro, empresários, empresas, negócios, regras de namoro, regras de moda, de tudo. Talvez eu tenha sim medo desse mundo. Medo por não me encaixar em nenhum grupo. Eu não quero me igualar. Eu sou diferente e não quero me acomodar. Não quero mudar, não quero ceder a essa pressão, muito menos aos requerimentos da sociedade nos dias atuais. Mundo caótico! Sistemático, prático, rápido, objetivo. Mecanizado, infeliz. Consumidor. Fútil. Artificial! Onde estão as pessoas reais? Todos usamos máscaras. Não quero viver num mundo onde só existam sorrisos falsos, bajulações baratas. Não quero viver neste tipo de ciclo. Quero fugir, para outras dimensões, para outros lugares… Diferentes. Quero respirar. Chega de julgamentos, chega dessa hipocrisia. Hipócritas. São todos hipócritas que, se você analisar bem, realmente possuem alma e coração. Mas estão todos cegos! Deixando-se levar por coisas inúteis, falando como se fossem os reis do mundo. Eu não quero mais viver nesse mundo… Padronizado. Nunca deixará de ser. Há tanto nele há explorar… Tantas coisas, de fato, mágicas. Mas deixa pra lá. As pessoas acham que pensam grande, quando, na verdade, pensam pequeno. Não quero mais viver num mundo onde todos são estressados e mal humorados por causa do trabalho. Não quero viver num mundo onde os trabalhadores ainda são praticamente escravos. Não quero viver num mundo de impressões erradas, num mundo onde todos são cobrados constantemente pela ideia errada de perfeição. Não quero me ceder a esses padrões! Não quero me tornar quadrada. Não, eu sou diferente. Eu sou diferente e criei um próprio mundo imaginário dentro da minha cabeça, onde tudo também é assim como eu. Eu sou mágica, e espero que mais mágicos assim como eu espalhem um pouco de alegria e questionamentos na cabeça dos cegos robôs. Espero não me tornar uma robô. Não quero me igualar a ninguém. Sou original, todos somos. Somos únicos, e não podemos mais ceder a toda essa burocracia hipócrita. 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Rabiscos...

Poéticos?




O tempo é um acontecimento apressado, onde algo que é pra ser, de repente já virou passado. 

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Dentro de quatro paredes
Você se vê encurralado
O tempo passa e você ainda está parado
O que te completa
Vazio que se preenche de dor
Silêncio que grita de modo ensurdecedor.

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Esperança. É tão bom assim?
Ela não te trás apenas mais frustrações e decepções do que o usual?
Do que adianta ter esperança
Se nada nunca muda e nem se concretiza? 
Está tudo tão distante, minhas mãos não alcançam esses presentes gloriosos
E talvez seja assim
Talvez elas nunca alcançarão
Eu já tive paciência, mas a questão é: Até onde esperar?
Essa fé é cega 
Ainda vale a pena tentar?
Será que deveria continuar a acreditar?

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Emoções que vem e voltam
Dois lados que se revoltam
Minha vida é instável
Cheia de lacunas para serem preenchidas
Sempre com questões incompreendidas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vocês escutam ou vêem música?

Afinal, música ainda é algo auditivo, ou se tornou algo apenas visual?



Estou prestes a falar pela segunda vez sobre um assunto relacionado à música... E hoje minha crítica vai para a indústria musical pop de Hollywood.
Creio que todos vocês já escutaram no mínimo uma vez alguma música atual "pop", conhecidas como "Today's Hits", certo? Bom, se sim, prossiga. Se não, prossiga também!
A indústria musical de Hollywood, voltada para o pop, me fez pensar esses dias o quanto a música perdeu sua real essência. Qual é a essência de uma música para vocês? O que ela precisa ter? Para mim, ela precisa passar uma mensagem. Afinal, música é arte, e arte é um modo indireto de você se expressar. Agora, quando ligo o rádio ou assisto clipes atuais na TV, a única coisa que passa pela minha cabeça é o quanto tudo é pelo dinheiro. O que interessa é o lucro para essas grandes gravadoras, que produzem um artista, o tornando um ideal padronizado para o que a mídia quer no momento. Ele passa a ser um produto, e não uma pessoa. O que interessa no momento é o visual. Algum clipe com tecnologia de ponta com um refrão chiclete, uma dança no meio e algum rapper falando sobre coisas fúteis como "Tenho dinheiro e mulheres, sou melhor que você." fazem parte da nossa realidade. Quantas vezes vocês não se surpreenderam ao escutar uma letra extremamente tosca? A letra de uma música perdeu totalmente o sentido nos dias de hoje. Quando chego a analisar de fato alguma letra, só consigo encontrar sexo, sexo e sexo. Afinal, é esse o assunto que vende no mercado, e é por isso que há tantas letras assim! Realmente aprecio os artistas que não caíram no golpe das grandes gravadoras e continuam honestos com seus respectivos trabalhos. A música agora é visual, pois é isso que chama atenção, é isso que dá audiência e, consequentemente, fama e dinheiro. Esses dois fatores parecem ser as únicas coisas que importam, não é mesmo? 
Não discordo que os clipes e a imagem de um artista sejam importantes para que ele conquiste seu sucesso e fama, mas vejam o quanto a indústria musical tornou superficial tudo isso. Músicas não passam de meros produtos, e artistas não passam de símbolos da atualidade que rendem dinheiro. É só o lucro realmente que importa? Só a fama? Os artistas da nossa geração parecem tão... Plastificados. As músicas, por mais que tenham um ritmo bom, são tão artificiais e tratam de questões tão bestas que até fico enjoada. Eu não vou dar exemplo nenhum aqui, pois acho que vocês sabem muito bem do que eu estou falando. Não estou culpando nenhum artista, e sim a influência da indústria musical sobre eles, que só querem lançar algo que venda, sem se importar com mais nada.
É claro que eu estou generalizando, porque ainda existem muitos artistas bons e "reais" nos dias de hoje, mas, mesmo assim, ainda existem muitos super bem produzidos, que só se importam com o sucesso e o dinheiro. Música não é isso. E, novamente, música não é algo visual, mas sim algo primeiramente auditivo... 
Socorro! Que alguém salve esse mundo de uma vez. O importante não é a imagem, e sim o conteúdo, a "arte" real presente em algum produto, seja ele musical ou não. Toda obra de arte tem uma mensagem a passar, seja qual for a ideia do artista ao fazê-la. Indústrias musicais, parem de desviar os conceitos. O que é bom não é aquilo que vende, necessariamente (Sei que isso não vai ser muito compreensível para pessoas como eles entenderem, mas... Fazer o que!). Aproveitem as músicas boas e reais enquanto ainda há tempo! 

Novamente... Vejam essa música que o Comédia MTV fez! Aborda um tema diferente do que eu acabei de falar, mas relativamente parecido de algum modo se você olhar bem...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

"Gosto de heavy metal, mas também de pop."

Status social musical (Somos todos gay enrustidos!).




Se você é fã de metal, tenho quase certeza que vai estranhar a frase acima, e vice-versa. Parem e pensem. O que tem de errado com ela, afinal? Venho reparando que nos limitamos demais quanto aos nossos gostos, principalmente os musicais. E acho, - tenho quase certeza, na verdade -, que isso vem de um medo nosso. O medo de sermos julgados pela sociedade ou pelas pessoas que andam conosco que também escutam e são fãs do mesmo gênero que a gente. Porque diabos criamos barreiras quanto aos gostos? "Ah, se ela gosta de Metallica, é claro que não vai gostar de The Wanted." é uma afirmação que a maioria das pessoas fariam, quando, na verdade, o ser humano é eclético. Nós possuímos diversos gostos misturados juntos e não deveríamos achar isso uma coisa errada. Somos como gay enrustidos: Falamos que só escutamos um determinado tipo de música (rock), ou que só vemos determinado tipo de filme (terror/suspense), e acabamos nos sentindo culpados quando acabamos gostando de outra totalmente e diferente música (pop), ou outro tipo de filme (comédia romântica), e assim as coisas vão se aplicando... Sabe aquele tipo de homem que odeia admitir que gosta de assistir novela, só pra não ser zoado pelos amigos? A mesma coisa se aplica aqui. Um "rockeiro" nunca irá afirmar gostar de "Baby", do Justin Bieber por medo da zoação do seu grupo de amigos, porque, segundo eles, isso está totalmente errado. E quem se importa com o que é certo e errado quanto se trata das coisas que nós gostamos? Não estou tentando dizer aqui para vocês sairem na rua e começarem a dançar e cantar LMFAO num flashmob se vocês não gostam da banda, gênero, estilo de vida etc e nem que comecem a escutar Justin Bieber ao invés de Nirvana se você acha ele incrivelmente ruim, afinal, ninguém é obrigado a gostar de nada e muito menos a achar que tal coisa é boa. Entendo que cada um tem um gosto e jeito diferente, e não estou insinuando para que vocês mudem isso. Só estou falando para que aceitem que não é errado o ser humano ter gostos diferentes ao mesmo tempo, e que, se você gosta de coisas de outro gênero musical taxadas como completamente ruins pelas pessoas com quem você anda, não tenha medo de assumir que sim, você gosta, e que sim, você escuta, e daí, p*rra?! Não se limitem tanto assim! Nós criamos barreiras enormes desse jeito, impedindo que coisas novas, boas e diferentes do que estamos acostumados possam chegar até a gente.
Estou dizendo tudo isso porque ando reparando que "gosto musical" está virando (Ou já virou há muito tempo e eu só percebi agora) um status social enorme, onde um rockeiro não pode escutar reggae, um "popeiro" (Sim, inventei esse termo) não pode escutar metal e assim vai... E isso se aplica a tudo na nossa vida, se vocês repararem. Então parem! Não é errado gostar de duas coisas diferentes ao mesmo tempo, é até muito legal, na verdade. Por tanto, não tenha medo de dizer, assuma! Sim, somos todos um bando de gays enrustidos mesmo e precisamos sair do armário musical da vida! 
O.B.S:  Lembrem-se, respeitem o gosto musical dos outros, se não, pedras serão lançadas!

Aqui vai um vídeo musical de humor produzido pelo Comédia MTV pra vocês rirem e pensarem sobre o assunto (Levando em consideração outros pontos também, quem sabe):

Comédia MTV - Metal Fofo

domingo, 23 de setembro de 2012

A imagem.

(E outras questões que me vieram à cabeça...)



A imagem nos confunde. Afasta-nos da nossa alma e da nossa verdadeira essência. Nossa existência não se baseia em nossa aparência física, mas isso acaba contando muito como parte de nosso ser, infelizmente, em nossa visita superficial ao planeta. Vejamos, se você mudasse de corpo, por exemplo, não iria se sentir totalmente desorientado? Até mesmo com uma crise de identidade, questionando-se, afinal, quem é você? O que você é está na sua alma, no seu espírito, mas acabamos nos apoiando em nossa aparência quando pensamos nessa questão.   
         
 Quando me olho no espelho, me perco. Perco-me em mil pensamentos que nunca serão respondidos. Penso na existência humana e no universo. Porque existimos? Como tudo começou? O que há no universo? O que há nas galáxias? Tantas questões são tão inexplicáveis, e acredito que se manterão assim. Existem questões que foram feitas para se permanecerem no total mistério que a natureza pode nos oferecer. Não importa o quanto cientistas pesquisem, algumas coisas, sempre ficarão em branco. Ainda mais para seres que usam apenas 10% de seu cérebro como nós. Tanto nos atordoa, não é? Mas, voltando ao principal assunto, me perco principalmente no pensamento “Quem sou eu?”, pois, não sou a pessoa do espelho. Isso é apenas um corpo. Quem é a verdadeira eu? Quem é a que está aqui dentro? Aquela que está por trás disso tudo? Vejo-me presa numa máscara. Numa máscara que me esconde da minha verdadeira essência e personalidade, uma máscara que simplifica o processo de autoconhecimento inteiro. É tudo tão superficial, até mesmo para aqueles que se julgam tão intelectuais em relação aos outros. O mundo físico acaba sendo superficial de qualquer modo, pois nunca entramos no assunto de um mundo espiritual, um mundo que não enxergamos e que está acima do visual. Existem tantas coisas acima e abaixo de nós - E não, não me refiro ao céu e inferno -, tantas coisas que ainda precisam ser pensadas, mas que nunca serão. Como disse antes, a natureza tem seus mistérios, seus segredos e seus modos de se manter escondida dos seres vivos, pesquisadores, loucos por conhecimento. Por mais que procuremos, menos acharemos. A nossa existência, no planeta terra, se permanecerá superficial. Porém, de algum modo, já está tudo ali. Quando vemos que a forma de um átomo é a mesma do que a do sistema solar, já vemos que tudo está interligado, e que tudo já está aqui, em frente de nós. Um raciocínio tão complexo pode se transformar em num tão mais simples. Quando vemos um mamífero dando a luz e cuidando de sua cria, parece que não há mais nada faltando. Naquele momento, tudo está certo e não há mais nada para ser dito. De qualquer modo, estamos num processo de evolução, principalmente da mente, e cada vez mais, expandiremos nossos conhecimentos sobre a vida e, descobriremos que a vida não é apenas aqui, na terra, mas sim, em vários outros campos que podem ser até mesmo estudados pela física, ou compreendidos como campos espirituais e de energia. Eu acredito que quando morremos, vamos para outra, completamente nova, dimensão.

Retomando ao assunto principal do texto (Reparem o quanto fico louca diante deste turbilhão de pensamentos), quando nos apoiamos apenas em nossos aspectos físicos para nos entendermos e nos compreendermos, perdemos fácil a razão e o “sustento” que temos sobre as coisas. Somos muito mais do que uma imagem. Somos aquilo que ninguém nunca irá descobrir. Somos nossos pensamentos e nossa alma, que engloba tudo. Todas as questões do universo estão interligadas perante as almas. E pensamentos não são transmitidos por nossos olhares, que, muitas vezes, parecem tão ingênuos e tolos, quando na verdade, só aparentam ser! Nosso ser é muito mais do que tudo que já pensamos que ele fosse.  

Estava observando um vídeo meu do ano passado. Estava me julgando pela minha aparência, pelos meus gestos. Momentaneamente, ridículos. Mas logo mais, reparei que ano passado eu possuía a mesma capacidade de raciocínio do que hoje. Tenho a mania de me julgar como burra sempre quando se passam alguns tempos, meses, anos, etc. Perco a minha identidade facilmente. É como se morresse e renascesse várias vezes ao ano. Eu subestimo minha antiga eu de um modo que ninguém jamais subestimou. Logo mais, me subestimarei novamente. O ser humano sempre auto se sabota e se engana, por mais inteligente que seja, por mais razão que possua. Sempre faltará uma peça no quebra-cabeça da vida para que possamos entender tudo isso, porque sempre estamos em procura de mais e mais, quando na verdade, se repararmos, já está tudo escrito na nossa frente. Repetindo, um tema complexo pode ser tão simples e vice-versa. Nunca entenderemos de fato a vida. Existem tantas questões que estamos atrás que se mostram inacabadas, ocultadas e outras que nem sequer foram explicadas. O mundo é infinito, e existem questões que só iremos entender quando em outra fase de espírito nós estivermos. E sim, existem questões que nunca serão, de fato, explicadas. Existem coisas que devem se permanecer num total mistério e desconhecimento, pois, afinal, é isso que nos dá esperança. Esperança é algo ideológico, algo... Mágico? Misterioso? Descrevam-na do jeito que preferirem. E esse mistério, que irei chamar até de magia, dá também a energia que parece englobar toda a vida. Essa energia que faz tudo estar vivo, tudo funcionar. Essa energia que pulsa em nós e que parece estar em todos os objetos, locais e pessoas. E é essa energia que chamo de “Deus” (Como podem ver, minha perspectiva para Deus é muito diferente da maioria). Deus é tudo. Deus é essa coisa, - sensação, quem sabe - inexplicável que engloba todo o universo. Deus não é, na minha cabeça pelo menos, um senhor barbudo que criou tudo e que pode ser um humano como nós. Deus é um estado de ser, Deus é a energia que pulsa no mundo, na vida, na natureza, no universo.